Pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) estão sem medicamento
Remédio está em falta na farmácia do estado há cerca de três meses
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Pacientes que sofrem de esclerose lateral amiotrófica (ELA) reclamam da
falta de um medicamento fundamental, o Riluzol. Os familiares dos
pacientes dizem que tentam há três meses conseguir o remédio na farmácia
do estado. O remédio é o único que ajuda a retardar a progressão da
enfermidade, que não tem cura.
Keyner Alcântara, de 25 anos, tenta há três meses conseguir o remédio para o pai, o jornalista Carlos Miranda. O jornalista foi diagnosticado em fevereiro deste ano. No primeiro mês, a família conseguiu pegar apenas uma caixa da medicação, mesmo assim, com vencimento dentro de uma semana, período que não corresponde ao uso da medicação pelo paciente.
“Ele tinha direito de receber três caixas, mas já estava em falta. O medicamento chega, em média, R$ 1.200. Para garantir o tratamento, amigos fizeram uma arrecadação e conseguimos comprar pela internet ”, conta Alcântara.
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença crônica que ataca os neurônios motores, que são as células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença. O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos. A doença é de difícil diagnostico e não tem cura.
Além da falta do medicamento, os pacientes precisam enfrentar a burocracia para receber os medicamentos. De acordo com Miranda, o paciente precisa apresentar um exame de sangue a cada três meses para comprovar que o paciente está indo ao médico.
“Submeter um paciente de doença crônica a um exame que não comprova nada da enfermidade, porque a ELA não é diagnosticada assim, é desnecessário”, diz Alcântara. Ele diz que estão sempre em contato com a farmácia, mas a resposta tem sido a mesma: “Não temos o medicamento e não sabemos quando chega”.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que um problema de gerenciamento durante a gestão passada, abriu um processo licitatório para realizar a compra do medicamento. Devido a demora da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), por parte da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), a tramitação do processo não pode ocorrer com a agilidade necessária. Com o decorrer do processo, o laboratório fabricante terá até um mês para entregar o medicamento aos portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Keyner Alcântara, de 25 anos, tenta há três meses conseguir o remédio para o pai, o jornalista Carlos Miranda. O jornalista foi diagnosticado em fevereiro deste ano. No primeiro mês, a família conseguiu pegar apenas uma caixa da medicação, mesmo assim, com vencimento dentro de uma semana, período que não corresponde ao uso da medicação pelo paciente.
“Ele tinha direito de receber três caixas, mas já estava em falta. O medicamento chega, em média, R$ 1.200. Para garantir o tratamento, amigos fizeram uma arrecadação e conseguimos comprar pela internet ”, conta Alcântara.
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença crônica que ataca os neurônios motores, que são as células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença. O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos. A doença é de difícil diagnostico e não tem cura.
Além da falta do medicamento, os pacientes precisam enfrentar a burocracia para receber os medicamentos. De acordo com Miranda, o paciente precisa apresentar um exame de sangue a cada três meses para comprovar que o paciente está indo ao médico.
“Submeter um paciente de doença crônica a um exame que não comprova nada da enfermidade, porque a ELA não é diagnosticada assim, é desnecessário”, diz Alcântara. Ele diz que estão sempre em contato com a farmácia, mas a resposta tem sido a mesma: “Não temos o medicamento e não sabemos quando chega”.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que um problema de gerenciamento durante a gestão passada, abriu um processo licitatório para realizar a compra do medicamento. Devido a demora da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), por parte da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), a tramitação do processo não pode ocorrer com a agilidade necessária. Com o decorrer do processo, o laboratório fabricante terá até um mês para entregar o medicamento aos portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Por Gazeta Web
Sexta-Feira, 10 de Abril de 2015
Pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) estão sem medicamento
Reviewed by Unknown
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abril 09, 2015
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